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Brut Rosé by Chandon do Brasil

 

Experiência sensorial com refrescância cor rosada

 

Nome Comercial: Chandon Brut Rosé

Variedade: Espumante Brut Método Charmat

Casta: Pinot Noir – Riesling Itálico – Chardonnay

Alc. Vol.: 11,9 %

Enólogo: Philippe Mével

Produtor: Chandon do Brasil, Garibaldi / RS – Brasil



A primavera esta chegando, e com ela novas sensações, novas cores, novos perfumes. É uma época do ano ótima e cheia de brilho, como também um grande momento para fazer um brinde à vida, por exemplo com este belo espumante feito de uvas cultivadas na Serra gaúcha.



Elaborado pela Chandon com uma seleção das melhores uvas Pinot Noir em uma porcentagem del 40% (15% vinificadas em tinto), Riesling Itálico em um 45%, e Chardonnay em 15% este é um típico assemblage usado na região serrana.



Para determinar o momento da colheita as uvas são submetidas a muitas provas (sensoriais e analíticas) para logo serem colhidas no ponto ótimo de amadurecimento, fator que determinará o frescor, elegância, e qualidade do produto.



Assim é que se obtém um borbulhante fino, de cor rosada com meia intensidade, e com delicados aromas, complexos e atrativos, que convidam rapidamente ao desfrute. Uma vez servido é possível observar borbulhas finas, ativas e numerosas com uma espuma abundante formando um colarinho persistente na taça.



O prazer continua conquistando pela sinfonia de aromas a frutas vermelhas como o morango, a amora, a cereja e a acerola com toques sutis de especiarias doces, e leves nuances das leveduras responsáveis pela segunda fermentação.



Boa cremosidade, e paladar aveludado, com volume meio, fazem deste espumante uma ótima opção na hora de harmonizar com grande variedade de pratos, desde aperitivos simples (queijos, frutos secos), saladas com frutos do mar, carpaccios, sushis e sashimis, carnes de ave com molhos leves, e até sobremesas como sorvetes de frutas ácidas. Muito bom também para experimentar com um ceviche de salmão.



Servir em taças altas e beber – com moderação – na casa dos 6 – 8º C.

 

Mais informação da Chandon do Brasil: www.chandon.com.br

 

 
ALMAÚNICA RESERVA Syrah 2011

 

Syrah gaúcho que surpreende pela sua elagância e qualidade 

 

 

Nombre Comercial: RESERVA ALMAÚNICA

Variedad: Syrah

Cosecha: 2011

Alc. Vol.: 13,5 %

Enólogo: Marcio Brandelli

Productor: Vinícola Almaúnica, Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves / RS – Brasil



A vitivinicultura do Brasil não deixa de nos surpreender, mesmo pelo fato de que não apenas espumantes, e não só castas tintas tradicionais como Merlot ou Cabernet Sauvignon são as que na última década chamam a atenção de consumidores e experts pela qualidade atingida.



Por exemplo, vinhos produzidos com Peverella e Refosco, apenas duas raridades que hoje é possível encontrar no mercado. Mas, nesta oportunidade vamos falar de outra casta, da Syrah, que se bem pode ser considerada uma casta tradicional no mundo, no Brasil ainda é bem pouco vinificada.



E falando em Syrah do Brasil, há um rótulo que muito chamou a nossa atenção quando degustamos ele pela primeira vez no ano passado. Foi no evento da Avaliação Nacional de Vinhos em Bento Gonçalves.



Trata-se do Reserva Almaúnica, um vinho de características especiais, um Syrah que não pode ser enquadrado na categoria de vinho de clima quente (como os australianos) nem de clima frio (como podem ser os produzidos em vales localizados pertinho do Pacifico no Chile).



De uma coloração rubi intenso com reflexos violáceos que deixa ver sua juventude este é um vinho elaborado numa novíssima e bela vinícola localizada na beira de RS 444 no Vale dos Vinhedos.

 

 



Elegante e distinto, no aroma destacam-se as notas de frutas pretas, flores, eucalipto, café, pimenta-preta, cacau, passas, tabaco, fumo, chá-preto e torrefação. Na boca é complexo, com acidez equilibrada, taninos maduros (macios) marcantes e finos. Tem notas de especiarias, com retro gosto persistente. De paladar encorpado, intenso e bastante longo.



Para alta gastronomia, é um vinho indicado para apreciadores que gostam só do bom. Beber na casa dos 16 – 17º, harmonizado com um lombo de cordeiro em crosta de pão e especiarias com risoto de pêra e queijo gorgonzola, que é sem dúvidas, uma muito boa pedida.



Maior informação da Almaúnica em: www.almaunica.com.br



 
Guatambu Nature Extra Brut

 

Um belo espumante da Campanha gaúcha

 

 

 

 

Nome Comercial: Guatambu Nature

Variedade: Espumante Método Tradicional Extra Brut

Casta: Chardonnay

Alc. Vol.: 12,5 %

Enólogo: Alejandro Cardozo

Produtor: Guatambu Estância do Vinho, Dom Pedrito / RS – Brasil



Apresentado no mercado faz alguns meses, ainda não tínhamos degustado, mas, ouvimos falar dele muito bem. Hoje chegou o momento de tirar a rolha, e experimentar este belo espumante gaúcho.



Trata-se de uma produção de apenas 3.600 garrafas numeradas de um lote muito especial elaborado pelo método tradicional. As uvas Chardonnay cultivadas na Serrinha de Dom Pedrito, e colhidas no ponto ótimo de amadurecimento são as que dão origem a um borbulhante fino, delicado e complexo.



Vinificado sob a supervisão do enólogo uruguaio Alejandro Cardozo, este espumante exibe cor pálida esverdeada com reflexo prata. O seu perlage é fino e persistente, com formação de mousse no alto da taça.

 

 



Na boca se percebe com boa expressão de fruta branca, grande volume, leve tostado, frutos secos, especiarias, e acidez bem equilibrada. Ótimo para quem gosta do estilo semi-maduro, mas, sem excesso de notas de fermentos, já que a bebida mantem muito bom frescor.



O seu lugar na mesa esta – por exemplo – ao lado de canapés de salmão com ervas, costelinha de pacu grelhada em molho agridoce, e spaghetti com cogumelos ao creme. Beber na casa dos 6 – 8º C.





Mayor información sobre a Guatambu Estância do Vinho em:

www.estanciaguatambu.com.br



 
Tannat Viejo 2006 H. Stagnari

Nome Comercial: Tannat Viejo

 

Casta: Tannat

 

Safra: 2006

 

Álcool: 14,2%

 

Enólogo: Hector Stagnari / Fernando Pettenuzzo

 

Produtor: Vinos Finos H. Stagnari, La Puebla (La Paz) Canelones – Uruguai   (Em Brasil: Importadora Cantu)

 

 

Sem lugar para dúvida, um dos Tannat's uruguaios mais reconhecidos dentro e fora de seu país de origem. Com uma história que tem coletado reconhecimentos e medalhas ao longo de seus anos de produção, que bem merece o título de “o Tannat mais premiado do mundo”

 

Trata-se de um tinto de grande cor, boa concentração, e a particularidade de ter seus taninos macios e arredondados, que fazem dele um vinho gastronômico e ótimo para o seu consumo enquanto sai ao mercado. Além disso, o tempo e a guarda adequada, já demonstram seu bom perfil de envelhecimento, mostrando uma riqueza de nuances excelente.

 

Elaborado com uvas provenientes do quente Salto (terras por onde foi introduzida a Tannat em Uruguai) este vinho se apresenta de cor vermelho granate muito brilhante e vivo, com reflexos violáceos e lágrimas que mancham a taça se mover.

 

Seu aroma lembra a fruta vermelha bem madura, ameixas, figos, e geleia de marmelo. Logo de um tempo são as notas de fumaça e madeiras de carvalho que tornam mais complexo. Na boca é carnudo, de taninos bem trabalhados, encorpado, e aveludado final onde a acidez é manifesto acompanhando o final de boca.

 

Ótimo para ser bebido tudo ano 2010, alem ao menos 3-4 anos mais.

 

Serviço a 16 – 18 grados em taças grandes.

 

Harmonização: Picanha assada com batatinhas na manteiga de alecrim.

Site Produtor:   www.stagnari.com

 





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