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A Tannat sob o olhar dos experts

Concurso "Tannat al mundo" 2011 no terroir que possui maior experiência com a casta.... um "Terruño de Oro" - 28 e 29 de Novembro - Montevidéu - Uruguai

 

 

 

De que o Pascual Harriague foi um homem com visão e fez uma aposta forte com uma variedade de uva quase desconhecida para a época (e que no ano 1877 ganhou o primeiro premio com um vinho elaborado dessa casta) já ninguém discute. Agora, a dúvida que se nos planteia é sim ele chegou se imaginar que essa variedade vinífera de origem francesa se espalharia por todo o Uruguai e algumas regiões de Sul América, chegando a se converter na “uva ícone do Uruguai”? Se a resposta fora afirmativa, isto – ao menos – poderia ser bastante polêmico.

 

Na atualidade, com uma extensão próxima às 3.000 hectares cultivados com essa uva, Uruguai se encontra à cabeça em termos de produção, seguido pelo Brasil, país no qual a casta se vem multiplicando em vinhedos, e claro, em rótulos de vinho que também vem chamando atenção devido à qualidade atingida.

 

Conhecedores da potencialidade que a uva apresenta, a Asociación de Enólogos del Uruguay (AEU), promove uma vez mais o Concurso “Tannat al mundo” que neste ano de 2011 chega a sua quarta edição entregando as premiações Gran Terruño de Oro, além de ouro e prata para os melhores vinhos (os de maior pontuação eleitos por um painel de expertos locais e internacionais.

 

Nesta edição 2011, que já está recebendo amostras de diversos países – pois o caráter do concurso é internacional – acontecerá em Montevidéu nos dias 28 e 29 de novembro de 2011, contando entre seu júri (degustadores) um seleto grupo de técnicos na matéria que estará representado (em porcentagem) com pelo menos 70% aos enólogos.

 

Como nas edições anteriores, se espera julgar amostras não apenas das vinícolas do Uruguai, se não também das vinícolas de Argentina, Brasil, França, e Peru. Amostras que serão avaliadas em degustação a cegas, e em diferentes categorias, subcategorias e tipos de elaboração.

 

As categorias são: VINHOS ROSÉS (tranquilos, de “agulha”, e espumantes) / VINHOS TINTOS (tranquilos - existindo para essa categoria, 2 subcategorias: TANNAT JOVENS SAFRA 2010 – 2011, e TANNAT DE GUARDA SAFRA 2009 E ANTERIORES), de “agulha”, e espumantes / VINHOS LICOROSOS (tipo Portos, Mistelas, ou similares – além de outro grupo de licorosos tipo “COMPOSTO” / DESTILADOS DE TANNAT (aguardentes de bagaço de uva, e aguardentes de vinho) / e EXPERIMENTAL (em a categoria especial “Vinhos Experimentais” pudera-se apresentar os vinhos daquelas vinícolas que participem no concurso, e que não se encontrem disponíveis no mercado)

 

 

 

Um dado muito importante para ter em conta, é o que o Enólogo Fernando Pettenuzzo comentou neste portal: “- No caso de vinhos varietais, para poder participar do Concurso “Tannat al mundo”, esses devem estar elaborados com um mínimo do 85% de Tannat, e se foram cortes (blends) devem ter declarado, e bem claro no rótulo o nome da casta Tannat em primeiro lugar. Esses últimos, devem possuir no mínimo de 50 % deste cultivar.”

 

Sem dúvidas, vai ser uma grande oportunidade para avaliar como “é visto e olhado” o Tannat do Uruguai frente ao mundo, e na sua vez, para avaliar a aptidão da casta nos diversos terroirs onde ela é cultivada.

 

 

Maior Informação:

 

As fichas de inscrição devem ser solicitadas, e após de pre-enchidas com todos os dados solicitados, apresentadas na data limite de 28 de outubro de 2011 via e-mail para:

This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it  ou   This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it


As amostras se recebem no Instituto Nacional de Vitivinicultura (I.NA.VI), Av. Dr. Enrique Pouey 463 – C.P. 90200 – Las Piedras - Canelones, Uruguai; com data limite 18 de novembro de 2011, acompanhadas do comprobante de pago e a ficha de inscrição original impressa junto com os rótulos correspondentes. (As amostras estarão sob o cuidado do I.NA.VI).

 

O Concurso Tannat al mundo é uma realização da Asociación de Enólogos del Uruguay www.enologosuruguay.com e conta com o apoio e chancela da OIV www.oiv.int e a UIOE www.uioe.org

  

 
Edición Limitada TANNAT 2011 BICENTENARIO URUGUAY

Uma homenagem de Los Cerros de San Juan ao Bicentenario

 

 

 

Neste 2011 é aniversário de 200 anos do “Proceso de Emancipación Oriental”, que começou com o nomeado “Grito de Asencio” o 28 de fevereiro de 1811. E se bem nossa vitivinicultura tem uma história com menor idade, não ficou por fora das celebrações que se fizeram e se vão fazer no decorrer do ano.

 

Na nossa parte, inclusive coproduzimos um evento que fez as honras à data, e que queens tiveram a possibilidade de participar, com certeza o vão lembrar muito tempo. “Maridando el Bicentenario” foi um acontecimento que procurou – e acreditamos, logrou com sucesso o seu objetivo – prestigiar à vitivinicultura uruguaia através de harmonizações e uma seleção de vinhos que tem ajudado criar essa história que as vinícolas do Uruguai hoje mostram.

 

Uma das vinícolas eleitas para aquele evento foi Los Cerros de San Juan, no entendido que uma empresa de longa trajetória (já com 157 anos) tinha que formar parte da celebração, mesmo por tradição, como pela qualidade e evolução dos vinhos que eles produziram e produzem.

 

Falando disto, justamente de produtos, é que procedente de videiras da região onde esta empresa possui os seus vinhedos próprios (Depto. de Colonia) se gera um novo vinho “com jeito de celebração” rotulado sob o nome de Edición Limitada Tannat 2011 BICENTENARIO URUGUAY.

 

Coincidente com um ano no qual a vindima tem dado o que falar graças a sua ótima qualidade – ajudada por um clima seco atípico no Uruguai no tempo de colheita – é que Los Cerros de San Juan aproveita essas bondades refletidas na qualidade, lançando este Tannat de cor vermelha com tons roxas profundas, aromas de frutas vermelhas amadurecidas em perfeita harmonia, uma boca plena, potente, mas, na sua vez delicada, com uma expressão de fruta marcante, um interessante toque de eucaliptus, notas de especiarias, com taninos aveludados e final meio.

 

Uma edição de apenas 3.000 garrafas numeradas, das que tivemos o prazer de degustar as número 1050 e 1045 na companhia de amigos que encontraram neste caldo um vinho ideal para harmonizar a boa conversa, e para ser desfrutado ao lado de preparações bem crioulas como uma mal passada maminha na brasa, ou uns suculentos raviolis de espinafre com molho bolonhesa.

 

Isto sim, é um vinho que merece ser desfrutado em companhia – duas pessoas no mínimo – que saibam apreciar o bom, dessas coisas que não se da todos os dias. Ótimo quando é servido na casa dos 16 graus.

 

 

Web site de Los Cerros de San Juan: www.loscerrosdesanjuan.com.uy

 
Nova safra + nova tampa = novo vinho

Bodegas Castillo Viejo apresenta no mercado seu CATAMAYOR RESERVA DE LA FAMILIA Sauvignon Blanc 2011

 

 

 

Nestes primeiros dias de primavera se pode começar encontrar em lojas de vinhos, supermercados e restaurantes um rótulo muito esperado pelos seguidores dos vinhos brancos, em especial por quem gostam do aromático Sauvignon Blanc.

 

Trata-se de um vinho produzido por uma das vinícolas uruguaias que mais atenção vem dando nesta vinífera nos últimos anos. O Sauvignon Blanc parece ser uma uva que encontrou um terroir interessante e de boa aptidão no Uruguai, especialmente no sul do país.

 

É assim que em terras bem perto de Villa Rodríguez (no Departamento de San José) Bodegas Castillo Viejo (que vinifica na sua sede em Las Piedras – Canelones) cultiva vários hectares desta branca que gosta do clima continental com influência oceânica da que goza nosso Uruguai.

 

Localizados a uns escassos 40 quilômetros (se medidos em línea reta) do Río de La Plata, esta região na que estão encravadas as videiras da empresa, são beneficiadas duma suave brisa permanente em tempo de floração, vigamento, formação dos cachos, e posterior colheita. Embora, mais lá dos fatores climáticos que fazem ao regímen de chuvas – com bastantes variantes na última década – o solo do local permite uma rápido drenagem da água, configurando assim um local ótimo para o cultivo das uvas finas.

 

Somado aos fatores anteriores, a vindima noturna – aplicada na colheita das passadas safras – vem contribuindo para que a fruta chegue à vinícola fresca e em ótimas condições para seu rápido processamento.

 

Deste jeito se obtém um vinho que na vista apresenta uma cor esverdeada com reflexo palha, muito brilhante, com aromas que dão testemunha certa da variedade. Algumas das suas notas frutais de guaiaba, manga, e maracujá, misturam-se com outras cítricas (como a do pomelo rosa) e as herbáceas (como as de pastagem) fazendo no conjunto olfativo um vinho muito sedutor.

 

Na etapa gustativa se mostra com mediano volume, fresco, de ataque potente, repetindo as frutas encontradas no nariz, e com uma acidez firme que contribui a dar-lhe uma longa persistência no paladar.

 

Esta safra 2011 vem apresentada ainda com o sistema screw cap, ótimo para vinhos jovens e aromáticos como é o caso deste branco. Tampa que contribui muito na sua certa conservação e fácil apertura.

 

Um vinho muito adequado para ser harmonizado de saladas verdes, queijos de cabra, carnes brancas de aves, peixes e mariscos. Nossa escolha ao degusta-lo – o que fez bonito casamento com o vinho – foi a de um abadejo na grelha com suave molho de cítricos e salada verde de rúcula, crutons, tomates cherry confeitados, e toque de azeite de coentro fresco. Beber a uns 10º.

 

Encontre no mercado uruguaio com um preço aproximado aos R$ 20.- (reais)

 

Web site do produtor: www.castilloviejo.com

 
Avaliação Nacional de Vinhos vai mostrar excelência da vindima 2011

 Evento de degustação para 750 pessoas acontecerá sábado 24 de setembro

Na sequencia: 1) colheita de amostras em vinícolas, 2) degustação feita pelos enólogos, 3) evento de avaliação para 750 participantes.

 

Na edição passada chegou à maioria de idade, e neste ano 2011 a Avaliação Nacional de Vinhos promete ser um evento que será relembrado por aficionados e profissionais. É que não é para menos; a alta qualidade atingida na última safra – não apenas em Rio Grande do Sul, estado responsável pela produção de quase 90% do vinho fino do Brasil – está sendo avaliada nas taças dos 120 enólogos que mediante uma prova de seleção, se dará conhecer em 16 vinhos “mais representativos da safra” o primeiro sábado da primavera na Serra gaúcha.

 

Renovando o compromisso profissional do setor, a Associação Brasileira de Enologia (ABE) quem de 1993 promove e organiza este evento, anuncia que nesta edição número 19 se recebeu a inscrição de 384 amostras de vinhos provenientes de 72 vinícolas localizadas em vários estados. Isto é um incremento do 48% respeito à edição anterior, além de um recorde histórico na quantidade de vinhos inscritos.

 

Destas quase 400 amostras que vão ser avaliadas até o dia 26 de agosto pelos 4 seletos grupos de enólogos, vão se escolher os 16 vinhos, os de melhor nota e considerados que refletem em maior medida as características da safra deste ano, considerada por muitos “das melhores da história”. Estes vinhos só vão ser conhecidos o dia sábado 24 de setembro, quando no Parque de Eventos da serrana cidade de Bento Gonçalves sejam servidos para perto de 750 apreciadores da bebida.

 

Um evento do que nosso equipe editorial já tem participado em duas edições e do que podemos falar com propriedade como para recomendar. Acontecimento que renova nossa capacidade de assombro, quando com jeito perfeito e com um profissionalismo poucas vezes vista, se pode apreciar o serviço oferecido e eficientemente bem coordenado que se coloca em cena. 750 pessoas degustando todos à vez o mesmo vinho não é pouca coisa, e os futuros enólogos (estudantes da especialização) que se encarregam de servir os participantes parecem prestar um especial respeito à tarefa encomendada por os seus mestres que os capacitam.

 

Um detalhe não menos importante, é a participação de convidados especiais do exterior, que junto de enólogos e críticos brasileiros se encarregam de comentar suas apreciações dos vinhos degustados, brindando assim sua objetividade respeito à realidade da indústria dos vinhos do Brasil, possibilitando também seu melhor conhecimento e divulgação a nível doméstico e internacional.

 

Uma dica especial para tudo quem quer participar, é não demorar em se inscrever a partir do 22 de agosto, já que sempre acontece que as vagas são cobertas rapidamente. O evento começa às 8:30 com o credenciamento dos participantes mediante entrega de kit de degustação (taças, tabelas para pontuação e material impresso) seguido de uma cerimônia de apertura e degustação dos 16 vinhos eleitos (em duas etapas, com um breve intervalo de 15 minutos) e termina com um cerimonial especial. A etapa menos formal do evento se da seguidamente com um coquetel-degustação de espumantes e frios, seguido de um farto e bem regado almoço, terminando por conta da hora 16.

 

Os interessados podem obter maiores informações através do web site: www.enologia.org.br do e-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it e do fone (prefixo +55 se ligar do exterior) 54 – 3452 6289

 

 
Giménez Méndez.... clássico, diferenciado, e inovador

3 rótulos que mostram a máxima expressão do terroir de Las Brujas

 

 

 

Se há uma coisa que temos tentado deixar claro nos últimos tempos, essa é que não apenas Tannat é o que Uruguai tem, e pode oferecer ao mundo! Que o Tannat é nosso “carro chefe”, uma casta que encontrou boa aptidão no nosso solo-clima, e que com ela, dia-a-dia se conseguem novos reconhecimentos, mesmo de consumidores, quanto de especialistas, isso ninguém discute. Negar isto é um erro, encaixar-se e crer que é a única verdade, outro.

 

Agora, até a vinícola que mais tem logrado exportar os seus Tannat's premiums pelo globo, também mostra outras opções. Vinhos que por suas características podem chegar ser catalogados como clássicos, alguns outros, diferenciados, e até porquê não? inovadores.

 

Esse é o caso destes três rótulos hoje apresentados. Um clássico Chardonnay, sem dúvidas, a casta branca mais difundida; um Merlot, tinto que muitas vezes é deixado de lado e que infelizmente tem perdido o seu protagonismo ao lado de seu irmão, o Cabernet Sauvignon; e una casta bastante nova, a Arinarnoa, uma uva jovem que se desenvolveu a partir do cruzamento genético da Merlot com a Petit Verdot, e que na atualidade começa aparecer como varietal.

 

Três vinificados, que sob a assinatura dos enólogos Luis e Mauro Giménez Méndez - dois inquietos jovens com filosofia de “vamos a mais” que vem surpreendendo com os caldos elaborados - hoje lhes apresentamos, recomendamos, e tentamos ajudar na harmonização com pratos adequados. O motivo? o seu desfrute, e que através deles – de estes vinhos – conheça outras e novas expressões de um terroir que da que falar. Depois nos comenta!

 

 

CHARDONNAY 2010

 

Vinho límpido e brilhante, de cor amarela palha, com reflexos esverdeados. No nariz lembra maça verde, o pêssego, e o abacaxi, com nuances de casca de laranja. Na boca tem uma entrada muito boa, de volume leve, acidez bem equilibrada e agradável lembrança final no paladar. Ótimo para harmonizar com camarões à milanesa, com salada de verdes, noces e manga, com vinagrete de oliva, mostarda e mel. Para beber na casa dos 7 – 8 grados.

 

 

ALTA RESERVA MERLOT 2008

 

Bom exemplar de um Merlot bem feito, este vinho medianamente encorpado se mostra interessante já na sua etapa visual. De color vermelha vibrante sem evolução, convida ser levado no nariz para apreciar seus complexos aromas de frutas vermelhas pequenas, com nuances de terra molhada, e folhas secas. Na boca se manifesta com carnosidade, mas sem taninos agressivos, boa acidez final, e agradável lembrança. Seu lugar está ao lado de um peito de frango recheado de presunto cru, rúcula, tomates secos, e queijo defumado. Servir na casa dos 16º.

 

 

ALTA RESERVA ARINARNOA 2009

 

De uma surpreendente cor roxa muito brilhante, é um vinho que na hora de ser servido e agitado na taça mostra lágrimas grossas que descendem lentamente. Na etapa olfativa oferece boa complexidade, misturando frutas como o mirtilo, as ameixas bem amadurecidas, notas de especiarias, defumado, chá, e baunilha. Na boca chama atenção com boa estrutura, pela sua expressão de fruta, o nervo de sua acidez, e duradouras caudalías ao final. Para acompanhar com cozido de cordeiro com batatinhas e grão-de-bico, bebendo a uns 18 grãos.

 

 

WEB SITE DO PRODUTOR: www.gimenezmendez.com

 
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